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Lily Allen deixa pernas de fora em show no Rio

Lily Allen subiu ao palco da HSBC Arena, no Rio de Janeiro, na noite dessa quinta-feira (17) e cantou pela primeira vez para os cariocas. Com o rosto pintado nas cores verde, amarelo e azul e um vestido curto preto, ela empolgou uma plateia de anônimos e famosos, como Fiorella Matheis, Nana Gouvêa, Marjorie Estiano, Marcello Novaes, Wagner Santisteban, Cecília Dassi e as ex-BBBs Thalita e Bianca.

Assim como fez no show em São Paulo, na quarta (16), Lily se enrolou em um pedaço de tecido que possuía várias reproduções da bandeira do Brasil e cantou acompanhada de um copo de bebida alcoólica.

Fizeram parte do repertório do show sucessos da carreira de Lily, que lançou apenas dois álbuns: Alright, Still, de 2006, e It's Not Me, It's You, de 2009. Mas a cantora deixou de fora alguns hits, como Alfie. Pelo Twitter, Lily respondeu a um fã carioca por que deixou de fora a canção: "ela me deixa doente".

Após o show, a inglesa voltou para o hotel onde está hospedada na capital carioca. Ela foi fotografada sozinha, no banco de trás do carro, falando ao celular e com uma taça de vinho branco na mão. Nesta sexta (19), Lily tem um show marcado em Buenos Aires, na Argentina.

Lily Allen faz show curto e sensual em SP

Com pouca roupa e muita disposição, Lily Allen abriu sua segunda passagem pelo Brasil com um show em São Paulo na noite desta quarta-feira (16). Vestindo uma camiseta, um short curto e tênis nos pés, a cantora inglesa abriu o show pouco após as 22h com “Everyone´s at it”, uma das primeiras músicas a serem divulgadas de seu novo álbum, “It's not me, it's you”. A cantora se apresenta no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (17).

Pulando de um lado para o outro e sorrindo bastante, Allen parecia à vontade no palco e com sua banda de apoio – teclado, baixo, bateria e guitarra. Ao fundo, seu nome estava escrito em um letreiro, e ela tomava algum líquido por um canudinho em um copo de plástico nos intervalos – quando também tragava um “cigarro eletrônico” para contornar a lei estadual antifumo.

“Esse foi o melhor começo de show da minha vida”, disse após a terceira faixa do show, “Never gonna happen”. Na maquiagem, além do batom roxo (ou lilás, dependendo do ângulo), um detalhe com as cores da bandeira do Brasil saltava ao lado do olho.

Na plateia, boa parte dos quatro mil fãs gritavam a cada comentário de Lily, que também não pareceu se intimidar com o público um pouco esparso – era possível ver vários espaços vazios no Via Funchal. Pela metade do show, depois de tocar “Oh my God” do Kaiser Chiefs e “Everything’s just wonderful”, a cantora tirou sua blusa, revelando por baixo dela uma regata preta, com as costas à mostra.

No lugar das influências de ska jamaicano que marcaram seu primeiro álbum e sua primeira apresentação errática em 2007 no Brasil, a nova Lily traz um electro rock com músicas que beiram o synth pop dos anos 80. O show ainda tem espaço para um “momento jazzy”, nas palavras dela, com baladas mais açucaradas como “He wasn’t there” e “Littlest things”.
Sensual

Quando chega a vez do ska, como em “Smile” (que ela abre pedindo sorrisos para a plateia), a música se transfigura no meio, virando um drum’n bass e voltando ao reggae enquanto Lily rebola de costas para o público.

“Vocês são incríveis pra c...”, diz, com um pano com bandeiras do Brasil estampadas na mão. A cantora volta à sensualidade na música seguinte, o hit “The fear”, em que ameaça mostrar os seios.

Para o bis, voltou ao palco descalça, cantando uma cover de “Womanizer”, hit de Britney Spears. Antes de começar “Fuck you”, dedica a música a George W. Bush, e os fãs concordam, cantando a letra com os punhos erguidos acompanhados do dedo médio em riste.
Fechando a noite, Lily pergunta se a platéia gosta de country antes de emendar “Not fair”, música em que brinca de ser Nancy Sinatra. Terminado o show, ela corre do palco, logo seguida pela banda. Saldo final: ingressos de até R$ 280 e show de uma hora e quinze minutos. O modelo fast food pode até funcionar, mas que deixa o público decepcionado e as casas de shows semi-vazias, isso deixa.

Barack Obama chama Kanye West de "babaca" por episódio no VMA 2009

O presidente dos Estados Unidos Barack Obama criticou a atitude de Kanye West durante o Video Music Awards 2009, realizado no último domingo (13), e chamou o cantor de "babaca". Obama teria feito o comentário ao repórter Terry Moran, da rede NBC, nos bastidores de uma entrevista ao canal, e o jornalista divulgou em sua página no Twitter.

Segundo o site da MTV norte-americana, Moran --que tem mais de um milhão de seguidores-- deletou o comentário logo em seguida. Em comunicado, um porta-voz da NBC disse que a atitude de Moran foi errada. "Pedimos desculpas à Casa Branca e à CNBC e estamos tomando medidas para assegurar que isso não aconteça novamente".

Kanye West foi criticado por fãs e artistas depois que invadiu o palco na premiação da MTV para interromper o discurso de agradecimento de Taylor Swift, que ganhou o prêmio de melhor vídeo de cantora. "Estou feliz por você, mas Beyoncé tem um dos melhores clipes de todos os tempos", disse o cantor ao tirar o microfone da mão da vencedora, deixando-a sem reação.

Horas mais tarde, West pediu desculpas à ela, aos fãs e à mãe dela por ter interrompido seu discurso. "Ela é muito talentosa. Eu é que estou errado por subir no palco e roubar o seu momento", escreveu o cantor em seu blog.

Ele voltou a se desculpar no programa de Jay Leno, na noite desta segunda-feira (14), culpando o estresse e a falta de descanso pela atitude. West, que disse estar envergonhado pelo episódio, falou no programa que pretende passar algum tempo longe dos holofotes.

Kanye West pede desculpas a Taylor Swift por interromper discurso no VMA 2009

Depois de estragar a festa de Taylor Swift no Video Music Awards 2009, realizado neste domingo (13) em Nova York, Kanye West pediu desculpas à ela, aos fãs e à mãe dela por ter interrompido a vencedora do prêmio de melhor clipe de cantora. "Ela é muito talentosa. Eu é que estou errado por subir no palco e roubar o seu momento", escreveu o cantor em seu blog.

Swift desbancou as favoritas ao prêmio Beyoncé (por "Single Ladies") e Lady GaGa ("Poker Face"), além de Katy Perry ("Hot N Cold"), Pink ("So What") e Kelly Clarkson ("My Life Would Suck Without You").

Ao subir ao palco para agradecer ao prêmio, Swift teve seu discurso interrompido por Kanye West, que invadiu a cena para protestar. "Estou feliz por você, mas Beyoncé tem um dos melhores clipes do ano", disse o cantor ao tirar o microfone da mão da vencedora, deixando-a sem reação.

Swift só voltou ao palco no final da cerimônia a pedido da própria Beyoncé, que cedeu sua vez de agradecimento do prêmio de clipe do ano para a novata finalizar seu discurso.

Roberta Sá transita entre o novo e o velho

São só dois álbuns gravados: "Braseiro" (2005) e "Que Belo Estranho Dia pra se Ter Alegria" (2007). Pouco -- e cedo --demais para que Roberta Sá, 28, tenha conquistado suficiente relevância no que podemos chamar de "linha evolutiva" da nova música do Brasil?

De forma nenhuma.

Por estar fazendo a coisa certa na hora exata, Roberta _bem como, entre outras, suas colegas Vanessa da Mata, Teresa Cristina, Mariana Aydar e Céu -- acabou ocupando papel simbólico na geração 2000.

Representa o sucesso estético do projeto que mobilizou, em parte inconscientemente, um bom número de artistas por toda esta década: o de trazer o samba de volta ao centro da questão pop nacional.

Nesse sentido, o DVD "Pra se Ter Alegria", que reúne em um único show o repertório dos dois discos de Roberta, reflete mais que apenas a pequena carreira da cantora. Funciona como o balanço dessa etapa, desse tempo de reconquistas.

"Como é que a gente vai se colocar dentro da música brasileira?", ela ainda se pergunta. "O que eu posso fazer em um país que tem, na ativa, artistas como Maria Bethânia, Ney Matogrosso, Elza Soares?"

Muito foi feito. A geração 80 negou matou, até qualquer influência brasileira para não ter que enfrentar a segunda questão que Roberta expõe. Os artistas de hoje, ao contrário, são o resultado positivo de um duelo contra esse mesmo monstro. Quase encerrada esta década, veem os resultados estabilizados e, ao lado deles, já os primeiros sinais de desgaste.

Nisso pesam as equalizações nem sempre equilibradas entre passado e presente, memória e invenção, respeito e inovação. O DVD de Roberta aponta isso, já que, como seus discos, regrava número considerável de canções de velhos tempos.

A cantora discorda dessa equação. "O que as pessoas não conhecem é novidade", diz. E questiona: "O que é uma música inédita? Uma que nunca foi gravada ou uma que as pessoas não conhecem?". Ela mesma responde: "Se for uma música antiga que ninguém conheça com uma sonoridade inédita, ela é uma música nova".

Pois é assim mesmo, em coreografia nem sempre harmoniosa entre o ontem e o agora, que a coisa vem andando ao menos para a respeitável turma de Roberta Sá. Há tropeços, é verdade mas a importância da dança é inquestionável.
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